> Em destaque!  > Mulher, sexo Frágil?

Mulher, sexo Frágil?

Olá, Queridos Leitores!

Hoje, o artigo relata as múltiplas peculiaridades de uma mulher frágil, delicada, sonhadora, batalhadora, que carrega sobre os ombros as mil faces de uma mulher que não se deixa abater pelos dissabores que a vida impõe. Somos guerreiras, destemidas, corajosas e cujos pés erguem-se os saltos que nos fazem elegantes, “ mulheres de ferro! – E nas  atitudes do dia a dia, bradamos o grito de uma quase sonhada liberdade sobre as feições  nuas da desigualdade social!

Sempre a história se referiu à mulher como sendo um ser frágil, digna de pena e proteção, deixando espalhada por toda a parte a sua inferioridade física a sua inferioridade intelectual. Cansada da escravidão do seu corpo a mulher faz ouvir-se pela voz que a sociedade. Muitos anos se passaram e o que vimos e ouvimos ainda, nos meios de comunicação são mulheres passando por inúmeros conflitos.

Mulheres que buscam mudar sua história, engajadas em movimentos para transformar a sociedade, mudar a visão que as culturas possuem sobre sexo feminino, conquistar espaços igualitários dentro do ciclo de sua convivência.

Os meios de comunicações, diariamente trazem relatos de mulheres sendo submetidas a vários tipos de torturas: assédios sexuais, violência física, violência moral, violência verbal, pressão psicológica e muitas delas assassinadas por colocar um fim no relacionamento não aceito pelo parceiro, violando assim tantos anos de lutas e desafios para preservar os direitos adquiridos.

Compreende-se que, muitas delas ainda estão acalentadas em seus lares, submissas ao machismo impregnado na sociedade patriarcal, sendo assim ainda vista como o sexo frágil. Não se pode deixar de destacar, sem sombra de dúvidas, que uma parcela dessas mulheres se sentiu mais segura e respeitada, mas falta muito para conquistarmos tal equilíbrio entre gêneros, dentro de uma sociedade tão machista, e valores tão enraizados entre tantas culturas que tem o homem como “o provedor, o macho”.

Quando constatamos que a mulher fica presa mesmo não estando no lar, é pelo simples fato que, antigamente o homem trabalhava, a mulher cuidava da casa, hoje os homens trabalham as mulheres trabalham e cuidam da casa. Fica difícil para ela sair do lar mesmo estando ligada ao lar. – Essa carga está levando inúmeras mulheres ao caos do desiquilíbrio psíquico.

É difícil imaginar que a mulher saindo do seu lar para o trabalho, fosse igual a uma máquina, apertaria o botão e tudo ficaria para trás, filhos, marido e a casa. Ela casada, com dois filhos ( ou mais), empregada, uma estrutura familiar razoável, mesmo assim, sente na pele o esforço que tem de fazer. Bem mais complicado, fica para as classes menos favorecidas, os riscos são maiores tudo é mais difícil, onde entra a questão da vulnerabilidade social. Essas mulheres possuem tantas tarefas que ao retornar para sua casa, não sobra tempo para uma simples vaidade. É neste lar que na maioria das vezes, concentra-se a maior parte da violência doméstica.

É notório a mulher estar à frente de situações complicadas, pois, o homem se afugenta por não ter a capacidade de suportar situações muitas vezes constrangedoras como: Passar noites em claro, cuidar de uma pessoa acamada, assumir compromissos que mexe com o psicológico, morte na família. É dela na maioria das vezes, o papel dos cuidados com os pais já idosos, continua sendo ela a responsável pelas questões familiares e tantas coisas que eu gostaria de deixar registrado neste artigo.

Com imenso carinho,

Glaucieni Reis

Comments:
  • felipe
    19 de abril de 2017 at 02:29

    oi gente
    gostei muito desse site, parabéns pelo trabalho. 😉

Leave a reply