Meu até a morte… E além. Objetos Malditos!

Sabe aquele carro usado que você comprou por uma pechincha? Ou aquele ursinho que você achou no bazar do seu bairro? Ou aquele vestido de noiva que você alugou para o grande dia? E seu eu te disser que pode haver uma história macabra por trás deles?

Pra inspirar os autores que querem participar da primeira antologia sobrenatural organizada pela Litere-se, Meu Até a Morte… E além, vamos ver alguns itens assombrados, que carregam maldições e histórias macabras.

Depois de ler, não se esqueça! Você tem até 20 de outubro para enviar o seu texto! Capriche na sua história macabra e nos conte sua história macabra e seu item maldito.

O edital você encontra aqui:

Antologia Meu até a morte… E além!

Bom, sem mais delongas, vamos conhecer três itens bem assustadores e suas histórias macabras.

 

O vestido ideal… para assombrar

O cenário é a cidade de Altoona, no estado da Pensilvânia, condado de Blair (epa!), em 1849. Segundo contam, havia uma moça chamada a98684_haunted-wedding-dressAnna Baker que se apaixonou por um metalúrgico da cidade. Só havia um problema: a família dela era muito rica e um casamento com alguém de uma classe mais baixa não seria interessante para a família.

O pai da moça, o sr. Elias Baker, pra resolver de vez a situação baniu o tal metalúrgico a cidade. O papai Baker, querendo um casamento com “alguém melhor” para sua filha, tentou aplicar a máxima “longe dos olhos, longe do coração”.  Mas não deu muito certo. Anna ficou solteira até o dia e sua morte.

Só que ela já tinha comprado o vestido do casamento. Como ela não se casou, não foram gerados descendentes para os Baker de Altoona.  Sem herdeiros, a mansão onde a família morava acabou se tornando um museu quando o último Baker vivo faleceu. O vestido de casamento, bem como outros itens da família, foi colocado em exposição no cômodo onde ficava o quarto de Anna. Para protegê-lo dos elementos e de acidentes, ele foi colocado em uma caixa envidraçada.

Visitantes do museu e funcionários já relataram ter visto o vestido se movimentando dentro de sua caixa de vidro, como se alguém o usasse. Segundo relatos, pelo menos em uma situação o vidro rachou por causa desses movimentos. Alguns acreditam que é o fantasma de Anna provando o vestido mais uma vez.

 

A Maldição do Pequeno Bastardo de James Dean

James Dean, o lendário ator americano e sinônimo de rebeldia, tornou-se um ídolo apesar dos poucos filmes que estrelou e da carreira meteórica. Deanporsche_550_spyder_james_dean_5 morreu aos 24 anos em um acidente no seu carro, um Porsche 550 Spyder apelidado de Little Bastard (Pequeno Bastardo).

A colisão que matou James Dean era apenas o começo de uma história bem intrigante.

A companhia de seguros vendeu o que restou do carro, que incluía a carroceria, os pneus e outras peças do carro. Um caminhão foi mandado ao local para recolher os restos do carro. Ali o carro fez sua segunda vítima. George Barkuis, o motorista do caminhão, morreu no próprio local do acidente quando, durante a operação para colocar o carro no caminhão, os destroços caíram sobre ele e o mataram.

George Barris, um especialista em carros de Hollywood, comprou o (que restou do) carro de Dean por cerca de 2.500 dólares. Quando o carro chegou à garagem de Barris, deslizou e caiu sobre um dos mecânicos que ajudava a descê-lo. O homem teve as duas pernas esmagadas.

Barris contou que nunca se sentia bem quando estava perto do Pequeno Bastardo mas, mesmo assim, achava que tudo não passava de coincidências e superstições baratas. Logo ele começou a separar as peças do carro para servem vendidas.

Troy Mc Henry, um médico de Beverly Hills, comprou o motor do carro. Tão logo o motor foi substituído, o médico saiu para dar sua primeira volta no carro. Ele morreu em uma colisão.

William Eschrid  comprou o câmbio do veículo. Seu carro se desgovernou, causando um acidente. O homem sobreviveu e contou que o carro “simplesmente havia travado”.

As rodas foram vendidas a um jovem que, uma semana depois, se envolveu em um acidente.

Durante uma corrida internacional, um rapaz cortou o braço ao tentar furtar o volante do carro de Barris. O volante tinha sido retirado do carro de James Dean e colocado no carro de Barris.

ep5RITentando se livrar da má sorte do carro, Barris emprestou o que ainda restava da carroceria para o departamento de polícia da Califórnia para utilizá-la como exemplo da imprudência no trânsito.  Antes que as autoridades o levassem, a garagem onde estava guardado pegou fogo. Os restos do Pequeno Bastardo se salvaram, ao contrário dos outros carros estacionados no local.

No dia em que a carroceria foi colocada em uma exposição em Sacramento, ele caiu do estande e feriu gravemente um adolescente.

Quando o carro foi transportado para uma exposição próximo da cidade de Salinas, o caminhão patinou na pista e bateu. O motorista morreu.

Em 1958, Barris emprestou a carroceria do Porsche para uma exposição sobre segurança veicular em Miami, Flórida.

Quando o carro foi colocado em cima do caminhão para ser levado a Los Angeles, desapareceu misteriosamente.
Ele nunca chegou ao seu destino.

Até hoje o paradeiro do “Little Bastard” é desconhecido.

Ele pode estar mais perto do que você imagina.

 

Carneirinho de Pelúcia com a alma de um garotinho

Bichos de pelúcia e bonecas? Claro que eles estão nessa lista!

Esse item aqui estava (talvez ainda esteja) disponível no eBay.

De acordo com o texto do vendedor, o carneirinho estaria possuído por uma garota chamada Cindy, que foi assassinada. Como argumento carneirinhode venda (macabro) o vendedor garante que o futuro comprador vai conseguir ouvir a voz da menina.

Além disso, o carneirinho emite sons distorcidos, algumas vezes semelhantes a um disco arranhado pulando na vitrola (se você é jovem demais e não tem ideia do que diabos é um ‘disco arranhado pulando na vitrola’, procure no YouTube).

 

 

Esses são apenas alguns exemplos de objetos malditos que existem por aí.  Seja por causa da cobiça de seus donos, seja por causa de eventos traumáticos, seja por causa da inveja daqueles que os queriam, eles se tornaram fontes de histórias capazes de impressionar até os mais corajosos.

E você? Quer nos contar sua história?

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