Bienal: Parte 3 – Depois

Olá leitores!

Agora que já estou mais descansada e de volta à rotina, venho falar o que mudou após a Bienal.

Em primeiro lugar, conheci vários outros autores e obras maravilhosas! Pude ver e conhecer várias formas diferentes e criativas de divulgação e o trabalho árduo desses profissionais para ajudar na literatura nacional. Pude conhecer leitores que só tinha contato pela internet. Ver os olhinhos deles, e de outros que conheci ao longo dos onze dias de evento, brilhando foi sensacional! E me mostrou que o caminho está longe de chegar ao fim.

Tendo passado a euforia e a adrenalina, pude perceber que apesar do cansaço, do nervosismo e de pensar “poxa, poderia ter vendido um pouco mais”, tudo isso valeu a pena e é apenas um degrau, um passo do meu caminho. Ouvir (ou ler) depois que os leitores gostaram dos meus livros, que querem continuação ou outras histórias me deu gás para saber que o trabalho ainda está de pé.

Temos muitos projetos pela frente (a propósito, estou organizando um antologia pela Litere-se, você já se inscreveu? O tema é medieval e a capa está linda!) e isso que precisamos ter em mente. Começar novas histórias, projetos diferentes (estou com uma ideia de um livro a quatro mãos, vocês já tentaram? Ao mesmo tempo que é um desafio grande, acho que vai ser algo que vai me ajudar muito!) e novos aprendizados.

A Bienal é um evento enorme, um sonho a mais realizado, mas não é a conclusão, muito pelo contrário, e como já disse por aqui, não podemos deixar de lado os eventos menores que acontecem ao longo do ano, algumas pessoas da Bienal me reconheceram de eventos pequenos e é assim que você encontra mais leitores. Na Bienal, você precisa falar rápido sobre o que é sua história, resumos curtos para conquistar o leitor que tem muitas opções, em eventos pequenos, você tem mais tempo, pode conversar melhor e conhecer melhor aquela pessoa que está falando com você.

Bom, por último tenho um aviso que é algo teoricamente bobo, mas que é sempre bom lembrar: seja humilde! Não importa se é com o seu leitor, outros escritores, outras editoras etc, é importante reconhecer que todos somos aprendizes e quem se diz mestre é quem realmente não aprendeu nada.

Até o próximo artigo!

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